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5 perguntas que deve fazer ao considerar uma contra-oferta

Ofereceram-lhe um novo emprego e, no momento em que apresenta a sua demissão, a sua empresa atual faz-lhe uma contra-oferta. O que fazer?

As perguntas seguintes são uma boa ajuda para analisar as suas opções e tomar uma decisão informada.

1. Por que razão considerou sequer um novo emprego?

Mudar de trabalho nunca é fácil, logo deve ter tido um bom motivo para querer explorar o mercado e considerar deixar o seu emprego atual. Talvez estivesse com falta de motivação ultimamente, ou sentia que não estava a evoluir com rapidez suficiente, ou, se calhar, deixou de se identificar com os valores da empresa.

Há várias razões que podem indicar que está na altura de mudar de emprego,  e para a maioria das pessoas estas não se devem apenas ao dinheiro. Negociar um aumento salarial pode até ser uma opção. Pode ser excelente para o ego receber um aumento salarial e sentir que somos desejados, mas é improvável que isto seja uma boa solução a longo-prazo para si, a não ser que esteja confiante de que os problemas que lhe deram vontade de ir embora vão ser realmente abordados e resolvidos.

Afinal, 39% das pessoas que aceitam uma contra-oferta acabam por voltar ao mercado de trabalho passado cerca de um ano, segundo Sam Walters, Diretor Associado da Robert Walters.

2. Tirou algum tempo para pensar bem na sua decisão?

As reações iniciais a uma contra-oferta podem ser emocionais e impulsivas – por um lado, uma sensação de prazer por se sentir necessário à sua empresa, por outro, um sentimento positivo de um aumento de salário inesperado. Lealdade e afeição aos seus colegas de trabalho e ao próprio escritório também podem pesar na sua decisão.

Porém, é importante separar a parte emocional de se deixar um emprego das razões racionais que o levaram a tomar essa decisão, refere Katie Drewitt, consultora especialista responsável por colocações administrativas temporárias no Norte de Inglaterra. “Pode parecer que estamos a passar por um fim de namoro quando deixamos o nosso trabalho”, continua, “mas tente distanciar-se e manter-se racional”.

Esta consultora recomenda que se tire alguns dias para realmente considerar as suas opções antes de tomar uma decisão. Faça uma lista de prós e contras, e discuta o assunto com familiares e amigos em quem confia. Desta forma, pode ter a certeza de que a sua decisão foi cuidadosamente discutida e pensada, e que não se baseou apenas numa reação emocional impulsiva.

“Não se deixe cegar pela emoção de deixar o seu trabalho: concentre-se antes nas razões que o/a levaram a fazê-lo”, acrescenta Drewitt.

3. O aumento de salário é razão suficiente para ficar? E por que é que só lhe estão a oferecer um aumento de salário agora?

Parte de uma contra-oferta  é geralmente um aumento de salário significativo, o que certamente tornará bastante apelativa a decisão de ficar no seu trabalho atual. Mas será um aumento salarial realmente suficiente? Afinal, se o seu ordenado fosse o problema, provavelmente já teria discutido o assunto com o seu chefe antes de sentir necessidade de procurar outro trabalho.

E por que razão esperou a sua empresa até agora, quando está prestes a despedir-se, para lhe oferecer um aumento de ordenado? Precisa de considerar se também teria sido aumentado e valorizado pelo seu trabalho para a companhia se não se tivesse apresentado a sua demissão.

“Se lhe podem dar mais dinheiro agora, naturalmente pergunta-se: haverá alguma razão para não lhe terem pago esse ordenado antes?”, comenta Ken Okumura, consultor especialista da Robert Walters, que recruta advogados para Londres e estrangeiro. “Pode querer dizer que a sua empresa o estava a subvalorizar. E, mesmo que lhe aumentem o ordenado agora, não estarão apenas a oferecer-lhe algo que já devia e podia ter tido de qualquer maneira, deixando-o preso ainda mais tempo a um novo nível salarial?”

De uma perspectiva de negócio, é claramente mais fácil e barato para uma empresa pagar um pouco mais para manter um empregado pré-existente e valorizado em vez de investir na contratação, formação e desenvolvimento de um novo candidato do zero. Deste ponto de vista, o aumento salarial pode parecer muito menos lisonjeador. É portanto essencial ver mais além e pensar na sua posição a longo prazo, quando a novidade de um bom aumento salarial tiver passado.

Não se deixe cegar pela emoção de deixar o seu trabalho: concentre-se antes nas razões que o/a levaram a fazê-lo.

4. De que forma será afetado o seu futuro na empresa?

Algumas pessoas preocupam-se se, tendo considerado aceitar outro trabalho, a forma como são vistos pela sua empresa seria afetada se afinal decidissem ficar depois da contra-oferta.

Talvez sinta uma diminuição da confiança que depositavam em si, e, consequentemente, cada vez que trabalha a partir de casa ou tem uma consulta no médico, parece que todos o estão a observar e a julgar.

Ou, então, há a preocupação de as pessoas da empresa o verem enquanto risco, pelo que se sentem relutantes em dar-lhe trabalho mais estratégico, ou em partilhar informação confidencial consigo, pois podem temer que esteja no limite de querer sair outra vez.

“Não se esqueça que agora vai ser do conhecimento geral que houve um momento em que você se quis ir embora”, declara Okumura. “Assim, tem de pensar se isso vai prejudicar o seu futuro, e se a sua empresa apenas quer poupar o custo e o trabalho de ter de substituí-lo.”

5.  O que vai fazê-lo/a realmente feliz?

Se se tem sentido entusiasmado e preparado para começar a trabalhar num novo ambiente e num posto mais enriquecedor, isto é um sinal muito forte de que não deve aceitar uma contra-oferta da empresa onde trabalha agora. 

Embora seja tentador ficar com aquilo que já conhece e domina, com o benefício de um aumento salarial, tirar algum tempo para refletir sobre as suas opções significa que, no futuro, não vai arrepender-se da escolha que fez.

Assim, procure assegurar-se de que a sua decisão é tomada pelas razões certas.

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