Da psicologia para o recrutamento e seleção: conheça a história da Rita Leonor

dia internacional da mulher

Rita Leonor, consultora na divisão de IT&Digital, focada em IT Software Development, conta-nos como chegou à Robert Walters enquanto trainee, e como foi crescendo dentro da empresa. Apoiada por uma colega que fez toda a diferença nos seus primeiros meses, acredita que tem ajudado a melhorar a vida dos seus candidatos, e partilha a sua experiência enquanto trabalhadora-estudante.

Neste dia internacional da mulher, conheça a sua história.

Como chegaste a esta posição dentro da Robert Walters, e quem te ajudou nessa trajetória?

Depois de entrar na Robert Walters, contei com o apoio e orientação de uma consultora, Ines Buekenhout, que esteve sempre na minha equipa e que promoveu da melhor forma possível o meu crescimento e desenvolvimento profissional neste negócio. Através de uma relação de transparência conseguimos sempre resolver todas as dificuldades que surgiram.

Dentro de uma organização é fundamental podermos contar com alguém que nos entenda, e eu tive a sorte de ter uma pessoa que me percebia e me acompanhava, porque ela própria tinha passado pelas mesmas situações em que eu me encontrava na altura. Foi sem dúvida imprescindível para mim ter alguém como ela ao meu lado, uma excelente profissional com quem tive oportunidade de partilhar os meus primeiros meses.

Por que é que quiseste trabalhar em recrutamento? O que te atrai neste negócio?

Inicialmente, recrutamento e seleção não era uma área que me despertava grande interesse. Nunca pensei que fosse um caminho que quisesse seguir. No entanto, decidi que não devia fechar essa porta antes de experimentar; deveria pelo menos conhecer essa realidade primeiro. E assim foi. Acabei por gostar, trabalhei noutra consultora de recrutamento antes da Robert Walters, e aqui me encontro agora, com o futuro todo à minha frente.

Dentro de uma organização é fundamental podermos contar com alguém que nos entenda, e eu tive a sorte de ter uma pessoa que me percebia e me acompanhava

Acredito que mudamos vidas, ou, pelo menos, ajudamos dentro das nossas possibilidades a tornar algumas vidas melhores, ao fazer um match entre os profissionais e as suas expectativas, e os nossos clientes – é gratificante ser a via condutora que faz essa ponte. Na Robert Walters há um espaço de crescimento profissional muito positivo. É um negócio em expansão com uma cultura corporativa dinâmica, onde temos oportunidade de sermos melhores.

Que desafios enfrentaste na tua carreira até agora, e como os superaste?

Ao longo da nossa carreira profissional vamos sempre enfrentando desafios, uns mais complicados que outros. Temos que manter sempre uma postura correta e agir de acordo com os nossos valores.

Neste momento encontro-me a trabalhar e a realizar o mestrado em psicologia das organizações ao mesmo tempo. Ser trabalhadora-estudante tem-se revelado um desafio, mas que, tal como no caso de muitos outros trabalhadores-estudantes, tem sido superado, uns dias com mais facilidade do que outros. Com o tempo contado ao minuto, percebemos que nos conseguimos organizar melhor e ter tempo para tudo, embora haja sempre momentos difíceis. Ter muita coisa a acontecer na nossa vida não nos impede de fazer um bom trabalho e de chegarmos longe na carreira sem ter de abdicar das coisas que fazem sentido para nós.

Acredito que mudamos vidas, ou, pelo menos, ajudamos dentro das nossas possibilidades a tornar algumas vidas melhores, ao fazer um match entre os profissionais e as suas expectativas, e os nossos clientes

Como vês a situação atual das mulheres no mercado de trabalho no nosso país? O que destacarias?

Existem vários estudos dentro da Psicologia que nos dão acesso a alguma informação importante, como por exemplo sobre as mulheres ainda serem discriminadas a nível salarial muitas vezes. A verdade é que, se olharmos para o topo das pirâmides organizacionais, ainda vemos que esta é maioritariamente ocupada por homens. No entanto, esta tendência parece estar a perder alguma força, e cada vez mais vai havendo mulheres a assumir cargos de elevada importância nas empresas.

A Robert Walters é um exemplo de igualdade neste campo, pois 60% de todos os empregados são mulheres, tendo aliás várias mulheres em cargos de gestão e chefia.

Como mulher, creio que a igualdade de género e igualdade de oportunidades dentro das organizações é fundamental. Vejo mulheres à minha volta com grande foco no negócio e com ideias estratégicas espetaculares que não devem ser discriminadas ou perder oportunidades em função de quererem, por exemplo, ser mães e ter uma boa carreira em simultâneo.

A mentalidade está a mudar, felizmente, tanto em Portugal como no resto do mundo, embora haja ainda países em que os níveis de (falta de) igualdade são preocupantes.

Tranquiliza-me pensar que os meus filhos(as), netos(as), sobrinhos (as), etc., poderão ter as mesmas oportunidades no futuro, independentemente de serem homens ou mulheres. É uma luta que vemos a acontecer em peso e que vai tendo efeitos positivos gradualmente.

Na tua opinião, o que podem fazer as pessoas em cargos diretivos para ajudar as mulheres a alcançarem posições de chefia e chegarem a fazer parte de comités executivos?

Estas pessoas têm de ter um papel ativo na mudança de mentalidades, ou seja, é importante para as mulheres, e não só, poderem e conseguirem ter tempo para conciliar trabalho e família/vida pessoal, através de políticas que fomentem uma maior flexibilidade de horários e vida laboral, possibilidade de trabalhar de casa, melhorar as políticas de paternidade para os homens, entre outros. Além disso, se existir uma política de transparência relativamente aos salários em função da posição, é mais provável que isto dificulte a discriminação salarial em função do género. Se houver bons exemplos de sucesso disto mesmo, melhor ainda. Essa experiência e conhecimento deve ser partilhada, para melhor perceber como se pode atingir esse equilíbrio.

Ter muita coisa a acontecer na nossa vida não nos impede de fazer um bom trabalho e de chegarmos longe na carreira sem ter de abdicar das coisas que fazem sentido para nós.

O que está a Robert Walters a fazer para conseguir a igualdade de género no teu local de trabalho e nos clientes com quem trabalha?

Acima de tudo, e isto é muito importante, todos temos as mesmas oportunidades, independentemente de sermos homens ou mulheres. Não há discriminação à minha volta, e o sucesso mede-se pelos resultados neste negócio do recrutamento.

Por outro lado, a Robert Walters tem um programa de apoio a mulheres no mercado de trabalho, chamado Empowering Women in the Workplace, que realiza várias iniciativas positivas com grande impacto a nível global.

Quer mudar a sua carreira ou trabalhar connosco? Entre agora em contacto com a Robert Walters.

#PowerOfPurpose

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Elena Sanchez Caballero
E: elena.sanchez@robertwalters.com

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