De gestão a recrutamento e seleção especializada em IT

Patrícia Costa, Consultora de IT & Digital

1 - Como chegaste ao setor de recrutamento e seleção?

O meu percurso profissional começou com uma aposta na formação em Gestão na Católica Lisbon SBE. O meu último estágio de Verão numa consultora de Recursos Humanos fez-me perceber que o que eu mais gostava de fazer era identificar, desenvolver e acompanhar o talento nas organizações. Assim, passei por uma startup relacionada com Employee Engagement & Feedback onde tinha uma posição de Business Developer e, após 6 meses, percebi que tinha gosto não só pela área de pessoas, como também pela área comercial. 

Com vontade de me especializar cada vez mais, optei por Madrid para realizar o meu mestrado em Human Resources Management. Durante esta experiência, proativamente candidatei-me a uma multinacional francesa para ser Talent Acquisition de Portugal e Espanha. Rapidamente me dei conta de que encontrar o talento certo para aquela organização era uma atividade que me motivava. 

Mais tarde, com alguma vontade de regressar a Portugal, surgiu a oportunidade de integrar a Robert Walters em Lisboa como consultora de recrutamento e seleção. Pareceu-me uma boa opção para continuar nesta área, ajudando agora todas as organizações que tivessem ao meu alcance. 

2 - Porquê a Robert Walters?

Ter a possibilidade de ajudar os profissionais no mercado português a encontrarem um projeto à sua medida no qual possam potencializar tanto a organização como o seu perfil foi uma ideia que me atraiu logo à partida. Outro fator a favor da minha escolha de me unir à Robert Walters foi o de poder alcançar este objetivo com variadas organizações. 

Além disso, a presença global da Robert Walters, a sua capacidade de crescimento vertical e, acima de tudo, a sua clara orientação para o candidato convenceram-me facilmente a fazer parte deste projeto. Dada a sua exposição multinacional, poder desenvolver-me não só na língua inglesa como também na língua espanhola foram outros fatores que influenciaram a minha escolha.  

3 - Como é que a empresa apoia o teu desenvolvimento profissional?

Desde o primeiro dia que o onboarding é um tema essencial e explorado. Somos recebidos com todos os materiais e ferramentas essenciais à nossa prática e recebemos formação teórico-prática durante as primeiras duas semanas. A formação inicial é facultada pelos agentes do escritório de Lisboa e, posteriormente, são-nos facultadas outras em países como Espanha, França ou Holanda.  

Com foco em resultados, a Robert Walters destaca-se pelo trabalho em equipa e meritocracia, onde o desempenho e os bons resultados são vivamente valorizados. Estes fatores contribuem sempre para eu querer dar o extra mile no meu dia-a-dia. 

4 - O que destacarias da cultura corporativa da Robert Walters?

Sendo uma professional que valoriza bastante a cultura de uma organização, dentro da Robert Walters destaco desde já os frequentes afterworks pela zona de Lisboa, jantares e almoços de equipa, entre outras atividades. Para além destes, existem diversas ações que acontecem a nível global dentro do grupo Robert Walters, tais como o Global Charity Day ou o Company Day. É gratificante ver que todas as ações desenvolvidas noutros escritórios do grupo têm o mesmo propósito e mensagem, fazendo com que nos sintamos todos uma única organização. Isto também é facilitado pelo Workplace, a nossa Intranet global onde podemos estar em contacto com todos os membros da organização.

Para além destes elementos, sendo o escritório de Lisboa composto por uma equipa relativamente pequena, acabamos por ter todos uma fácil colaboração e uma sinergia visível nos projetos que desenvolvemos. 

5 - Que tipo de skills são necessários para se ser consultor de recrutamento e seleção?

Energia + Sales Drive + Comunicação + Escuta Ativa + Empatia + Resiliência = "Consultor Top". Se tivesse de escrever uma fórmula, seriam estas as skills que escolheria.

Como gosto de afirmar, temos de ter um perfil irrequieto no melhor sentido da expressão: proativos a contactar candidatos e clientes, fazendo o devido acompanhamento e sendo bons ouvintes. É também importante sermos resilientes pelas questões que vão surgindo ao longo dos processos. Tudo isto mantendo uma atitude upbeat

6 - Este é um bom momento para se ser consultor?

Penso que o "bom momento" somos nós que o fazemos. A experiência somos nós que a desenhamos e, nesta linha, se cada consultor der o seu melhor, será (esperemos!) sempre um bom momento. Pessoalmente, na minha área de IT&Digital, considero que agora é o melhor timing para abraçar desafios neste campo. A volatilidade e criatividade que se pode colocar em prática para atrair talento dão-nos imenso espaço para chamarmos a atenção. Sendo especializada na área de Digital, colocar novas práticas de Recruitment Marketing diariamente é uma das minhas atividades preferidas. 

7 - Quais são os teus próximos desafios?

Os meus próximos passos serão certamente dados dentro da Robert Walters Portugal. Quero continuar a crescer com a organização ao meu lado. A área de IT&Digital é cada vez mais uma tendência no mercado português que veio para ficar. Como tal, ambiciono ser uma referência quer para candidatos e clientes na área desde o seu início. 

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